Segunda-feira, Novembro 23, 2009
Sexta-feira, Novembro 20, 2009
Temos feixe a circular no LHC novamente!
Terça-feira, Agosto 25, 2009
Segunda-feira, Junho 08, 2009
Eleições europeias
Fui a Faro votar. Que é como quem diz, fui a Faro tentar votar. Graças ao simplex e ao agora-é-tudo-automático-o-cidadão-já-não tem-de-fazer-nada-porque-o-estado-é-amigo-e-trata-de-tudo eu ainda não faço parte das listas eleitorais da freguesia para onde mudei a minha morada. Bem sei que a culpa é minha. Ou melhor: não sei (eu até fui a Coimbra tratar da mudança de morada antes dos 60 dias que a lei exige), mas tenho a certeza que tão automaticamente quanto me mudou a morada o estado me há-de explicar que a culpa é minha. Seja como for, a vida é assim: fiz mil quilómetros para me ir abster... Ao conhecer o resultado das eleições constatei que, pela primeira vez, o meu voto (ou a falta dele) foi a opção largamente maioritária. Mais um pouco e teriamos uma maioria de 2/3.
O PS perdeu, o que foi merecido quer pelo partido, quer pelo cabeça de lista a estas eleições. O PSD ganhou, o que não deixa de ser algo surpreendente considerando a gente que por lá anda. O CDS teve um mau resultado - o que muito me alegra - embora não tenha sido o desastre que se esperava (e que eu ardentemente desejava). O BE e a CDU tiveram bons resultados (o BE melhor que a CDU, quer em termos absolutos, quer em termos relativos). Embora ande bastante afastado destes dois últimos, fico contente por, entre eles, terem ultrapassado os 20% dos votos. Este resultado faz com que até não tenha desgostado dos resultados em Portugal.
Na europa, pelo contrário, os resultados foram mauzinhos. A direita assumida subiu e a extrema direita volta a ser preocupante. Parece haver uma tendência: os governos de direita tiveram bons resultados e os socialistas foram derrotados. Talvez tenha algo a ver com o facto de os governos de direita não frustarem os seus eleitores, governado à direita, opção que os socialistas também parecem seguir. Não me parece assim tão estranho que o eleitorado de esquerda não fique feliz...
O PS perdeu, o que foi merecido quer pelo partido, quer pelo cabeça de lista a estas eleições. O PSD ganhou, o que não deixa de ser algo surpreendente considerando a gente que por lá anda. O CDS teve um mau resultado - o que muito me alegra - embora não tenha sido o desastre que se esperava (e que eu ardentemente desejava). O BE e a CDU tiveram bons resultados (o BE melhor que a CDU, quer em termos absolutos, quer em termos relativos). Embora ande bastante afastado destes dois últimos, fico contente por, entre eles, terem ultrapassado os 20% dos votos. Este resultado faz com que até não tenha desgostado dos resultados em Portugal.
Na europa, pelo contrário, os resultados foram mauzinhos. A direita assumida subiu e a extrema direita volta a ser preocupante. Parece haver uma tendência: os governos de direita tiveram bons resultados e os socialistas foram derrotados. Talvez tenha algo a ver com o facto de os governos de direita não frustarem os seus eleitores, governado à direita, opção que os socialistas também parecem seguir. Não me parece assim tão estranho que o eleitorado de esquerda não fique feliz...
Quarta-feira, Junho 03, 2009
Las dos Españas
Sexta-feira, Abril 24, 2009
Sexta-feira, Março 27, 2009
Se, por Vital Moreira
A queda do governo checo deixa a União Europeia com uma presidência enfraquecida, logo agora que a crise económica e financeira torna mais necessário uma liderança forte.
Se o Tratado de Lisboa já estivesse em vigor, teria deixado de existir este "risco nacional" das presidências europeias, visto que o Tratado prevê um presidente próprio do Conselho Europeu.
Ora nem mais. E já agora, se não houvesse parlamento na República Checa (ou se ainda houvesse um daqueles que Vital Moreira em seu tempo defendeu - desculpem a boca, não resisti...) não haveria o risco de um governo poder cair devido a uma moção de censura. Claro que o tratado de Lisboa oferece uma vantagem adicional em relação à falta de parlamento checo: quando (agora que vamos ter V.M. no parlamento europeu não me atrevo a escrever se) ele entrar em vigor o sol brilhará mais forte, o céu será mais azul e acabará a fome no mundo. E, se os cépticos ainda necessitam de mais razões, a entrada em vigor do tratado de Lisboa - ao contrário de uma hipotética abolição do parlamento checo - será democrática e não fará tábua raza da vontade dos cidadãos!...
Se o Tratado de Lisboa já estivesse em vigor, teria deixado de existir este "risco nacional" das presidências europeias, visto que o Tratado prevê um presidente próprio do Conselho Europeu.
Ora nem mais. E já agora, se não houvesse parlamento na República Checa (ou se ainda houvesse um daqueles que Vital Moreira em seu tempo defendeu - desculpem a boca, não resisti...) não haveria o risco de um governo poder cair devido a uma moção de censura. Claro que o tratado de Lisboa oferece uma vantagem adicional em relação à falta de parlamento checo: quando (agora que vamos ter V.M. no parlamento europeu não me atrevo a escrever se) ele entrar em vigor o sol brilhará mais forte, o céu será mais azul e acabará a fome no mundo. E, se os cépticos ainda necessitam de mais razões, a entrada em vigor do tratado de Lisboa - ao contrário de uma hipotética abolição do parlamento checo - será democrática e não fará tábua raza da vontade dos cidadãos!...
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